sábado, 26 de dezembro de 2020

 Pensando o Natal

Na verdade ainda é um tempo de esperança. De busca interna, de mudanças.
Valores são poucos, palpites são muitos, atitudes importam.
Analisar a humanidade, buscar tranquilidade, mudar os caminhos.
A oferta se dá. O buscar se reduz.
Buscamos lá fora, o culpado de tudo. Da falta de dinheiro, da insatisfação com o trabalho, das injustiças generalizadas.
Buscamos culpados e criamos figuras.
Por conta da religião, mal entendida entre diversos povos, chegamos a criar figuras maquiavélicas, vemos no próximo a maldade personalizada. 
Esquecemos o divino, acreditamos no pecado, nos castigos e, desatentos que somos, não enxergamos, aonde realmente mora o problema.
A oferta se dá. O buscar se  reduz. Volta-se a orar. Chora lágrimas sinceras de um arrependimento tardio. E junto com  a oração, julga seu irmão. Acusa .....levanta dúvidas em situações que não passam da imaginação. Confunde famílias, cria confusão..
E continuamos buscando lá fora mais contradição, em clima de oração, acusação. 
Quando realmente vamos enxergar?
A essência de tudo está no meu EU. São as minhas Naturezas Decaídas, originadas lá na queda, no tão falado Jardim do Éden. Eu mudei, Eu rejeitei meu criador, eu chorei, não por Deus, mas por mim. Porque perdi as regalias, o status de Filho do Pai, porque fiz a escolha errada, e ainda hoje continuo errando, culpando, perseguindo. Não consigo amar de verdade, não consigo assumir minha culpa,  minha máxima culpa. Não mudo meus valores, só penso no prazer, nos MEUS DESEJOS. No meu próprio medo.
A vida vai me batendo, os calos vão sendo fincados, lado a lado, doendo, adoecendo, meu coração vai se enchendo, de ira, de angústia, de medo e de ressentimentos. E a culpa vai sendo do outro irmão..
Até quando?
Como  posso perdoar a mim mesmo, assumir minha culpa, dar glória ao meu parceiro, libertar ao meu irmão?
Esse é o verdadeiro perdão.
Exemplo de Cristo, do Pai, essência de Deus: Amor Verdadeiro.
Natal de retorno, dentro de nós, é reconstruir a bondade e ganhar a Coroa de Glória, que só os filhos do Pai podem herdar.
Sejamos nós mesmos, limpemos a herança do erro no amor, purifiquemos nossas almas, então viveremos todos os dias como se fosse sempre Natal.


Neusa Mulato
26/12/2017

domingo, 9 de agosto de 2020

                                               Pai Perdido

No começo era o nada.

E a luz se fez. 

Já existia um Criador.

Um planejamento surgiu

O design estava pronto. Principio e  fim. 

Criar todo ambiente era preciso. Depois viria os filhos. 

As características do Pai Criador se manifestam: A dualidade. 

Interno e Externo

Positivo e negativo. 

Homens e mulheres se fez.

O propósito: Gerar e multiplicar amor. 

A meta final era a herança. Por isso preciso foi o livre arbítrio. 

Na presença do Pai Criador outtro falso pai foi escolhido.

E o bem planejado e executado foi substituido pelo mal que não havia.

Tristeza imensurável. Tragédia executada. Plano original perdido.

Ainda assim o Pai verdadeiro, trocado e abandonado não desistiu. 

Persistiu no amor.

Expulsou os filhos amados do Paraíso. Por conta do mal não perpetuar.

E foi junto.

Desceram ao inferno.

Viveram o engano, a traição, a solidão, o abandono a decepção.

Um triste destino chamado "queda" a humanidade perdeu toda relação com o Senhor. Pai!!!

A humanidade tem seguido, continuamente por uma história lamentável de lágrimas vivendo todos 

os dias picos de tristeza. 

Foi preciso criar um plano. A restauração começou.

De Noé até Jesus, o mediador foi preciso.

O Segundo Advento começou. 

Originalmente Deus e eu somos um.

O Amor de Deus, o Pai Verdadeiro, o Pai Criador é apenas de Dar.

Nossa missão na Terra é apenas deixar o Amor que Dá. 

Precisamos dar até o fim. Estabelecer uma Tradição de Amor.

Enxugar as lágrimas que o Pai falso deixou.

Estabelecer o centro do amor no Pai Verdadeiro.

No Verdadeiro Pai. O Rei do Amor. 


Neusa Mulato

Florianópolis, 09/08/2020